O estrategista Alex Moreira Lima participou do Humboldt Kolleg 2026, realizado entre 28 e 30 de abril no Rio de Janeiro, levando ao público sua palestra “Territórios Curativos”. O encontro, promovido pelo Clube Humboldt do Brasil em parceria com a Universidade Federal do Rio de Janeiro, o Instituto de Bioquímica Médica Leopoldo de Meis, o Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia de Biologia Estrutural e Bioimagem e a Humanität, contou com patrocínio da Alexander von Humboldt Stiftung e reuniu pesquisadores de diferentes áreas do conhecimento.
No palco, Alex apresentou uma provocação sobre o papel das cidades na promoção do bem-estar coletivo. A partir do conceito de “Territórios Curativos”, o executivo defendeu que os espaços urbanos devem ser pensados como organismos vivos, capazes de diagnosticar suas próprias fragilidades e responder a elas com inteligência. A proposta conecta dados georreferenciados, indicadores socioeconômicos e modelos preditivos para antecipar desafios urbanos e orientar decisões mais humanas, eficientes e regenerativas.
Cofundador da DashCity, Alex acumula mais de 20 anos de experiência em transformação de negócios e já contribuiu para a estruturação de mais de 600 marcas, territórios e movimentos em três continentes. A empresa, definida como um “Laboratório de Consciência Territorial”, atua na tradução de dados complexos em estratégias aplicáveis, apoiando governos, instituições e empresas na tomada de decisão baseada em evidências.
A participação de Alex Lima em um evento majoritariamente voltado às ciências da vida evidencia a crescente relevância da inteligência territorial no debate científico contemporâneo. Ao integrar tecnologia, ciência e propósito, sua abordagem amplia o entendimento de inovação — deslocando o foco da eficiência operacional para a construção de cidades mais empáticas, sustentáveis e orientadas ao cuidado com as pessoas.
Em um país amplamente urbanizado, a discussão proposta no Humboldt Kolleg reforça a urgência de repensar os modelos urbanos. Mais do que “cidades inteligentes”, o conceito de territórios curativos apresentado por Alex Lima aponta para um futuro em que tecnologia e dados são ferramentas para promover saúde, pertencimento e qualidade de vida nos espaços onde vivemos.
No palco, Alex apresentou uma provocação sobre o papel das cidades na promoção do bem-estar coletivo. A partir do conceito de “Territórios Curativos”, o executivo defendeu que os espaços urbanos devem ser pensados como organismos vivos, capazes de diagnosticar suas próprias fragilidades e responder a elas com inteligência. A proposta conecta dados georreferenciados, indicadores socioeconômicos e modelos preditivos para antecipar desafios urbanos e orientar decisões mais humanas, eficientes e regenerativas.
Cofundador da DashCity, Alex acumula mais de 20 anos de experiência em transformação de negócios e já contribuiu para a estruturação de mais de 600 marcas, territórios e movimentos em três continentes. A empresa, definida como um “Laboratório de Consciência Territorial”, atua na tradução de dados complexos em estratégias aplicáveis, apoiando governos, instituições e empresas na tomada de decisão baseada em evidências.
A participação de Alex Lima em um evento majoritariamente voltado às ciências da vida evidencia a crescente relevância da inteligência territorial no debate científico contemporâneo. Ao integrar tecnologia, ciência e propósito, sua abordagem amplia o entendimento de inovação — deslocando o foco da eficiência operacional para a construção de cidades mais empáticas, sustentáveis e orientadas ao cuidado com as pessoas.
Em um país amplamente urbanizado, a discussão proposta no Humboldt Kolleg reforça a urgência de repensar os modelos urbanos. Mais do que “cidades inteligentes”, o conceito de territórios curativos apresentado por Alex Lima aponta para um futuro em que tecnologia e dados são ferramentas para promover saúde, pertencimento e qualidade de vida nos espaços onde vivemos.
Autor(a): Rosiley Souza
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